Saudações!
Não faço a menor idéia de quem você seja. Mas, tenho uma boa idéia de por quê veio parar aqui no site da Atípico.
Faço-lhe agora um desafio: nesses próximos 10 minutos, desligue-se do mundo: tire o telefone do gancho, pause a música, feche as janelas, tranque a porta; não deixe nada nem ninguém roubar-lhe a atenção.
Pois você está prestes a receber uma informação que pode mudar completamente seus resultados de vendas.
Quem está pensando em vendas?
Quase todo mundo conhece aquela piadinha do velho comerciante judeu moribundo. Rodeado de seus filhos, em seu leito de morte, o velhinho, quase sem voz, pergunta por cada um dos 12 filhos. Ao perceber que estavam todos ali, dá um pulo da cama e grita: “Sara!!!, quem estar no lojinha???”
A anedota é velha mas serve perfeitamente ao que quero dizer.
Se você é como a maioria dos empreendedores na Internet, está feito um louco buscando saber sobre posicionamento no Google, otimização de sites, SEO, links patrocinados e coisas do tipo. Mas, eu pergunto: você não deveria se preocupar com as vendas?
Todos pensam em atrair público, comprar visitação, gerar burburinho em redes sociais. Nada de errado com isso. Mas, você sabe, encher sua loja de visitas não significa necessariamente que vai vender alguma coisa. Por isso, novamente pergunto, quem é que está cuidando das vendas?
Obviamente, você já deve ter lido na Internet sobre marketing online e estratégias que podem ajudar seu site, blog ou loja virtual a vender mais. No entanto, ouso dizer que grande parte disso tudo que leu é um terrível equívoco.
Trabalho com sites há mais de 15 anos e posso afirmar com todas as letras: uma coisa é atrair público, outra muito diferente é vender.
Otimização de sites, SEO e links patrocinados são técnicas para se obter visitação.
Porém, o que realmente faz vender são técnicas de venda.
Provavelmente, muito do que você leu sobre posicionamento no Google não serve para vendas.
Serve apenas para atrair visitação.
Preste atenção. Não estão lhe ensinando o que precisa fazer para ganhar dinheiro. Estão, sim, lhe educando sobre o que fazer para ELES ganharem dinheiro.
Eles são os lobos, você é o pato. Quer saber por quê?
Qual o real tamanho e a importância de Sites de Busca como o Google?
A não ser que tenha passado os últimos 10 anos em coma, você deve estar a par da expressiva trajetória de sucesso do Google.
Se fosse um país, o Google estaria entre os 100 países com maior PIB do mundo, bem próximo do Uruguai, Líbano e Coréia do Norte. Somente em 2009, a empresa declara ter faturado nada menos que U$23,6 bilhões!
Tamanha importância é refletida na própria Internet. No buscador rival Yahoo, a palavra “Google” aparece em aproximadamente 6.250.153.329 resultados de busca. Atenção: mais de seis bilhões de resultados!
Para se ter uma noção do que esse número representa, no Google, a palavra “Jesus” aparece em “apenas” 194.000.000 resultados.
Ou seja, (pelo menos na Internet) o Google é 322% mais popular que o personagem religioso mais importante de todos os tempos!
Não é à toa que o mundo acha que estar no topo do “ranking” do Google é sinônimo de sucesso.
O que o Google é afinal?
O fato é que o Google não passa de uma corporação, igualzinha a qualquer outra grande empresa multinacional, com diretores e investidores por trás. Gente especializada em fazer fortuna. E que nunca, absolutamente nunca dá nada de graça sem receber algo em troca.
A façanha do Google é o sucesso de uma bem planejada estratégia de marketing, amplamente baseada em serviços notáveis. E completamente “grátis”. Foi dessa forma que obteve presença global em tão curto espaço de tempo, entrando em cada lar, cada escola, cada empresa. Conseguindo algo inédito: tornar-se indispensável para a maioria esmagadora dos usuários de computador e Internet.
Segundo o StatCounter, a fatia do Google no mercado global de buscas chegou em junho de 2010 a 90,11%, contra 4,38% do Yahoo e 3,75% (juntos, Yahoo e Microsoft não chegam a 10% do mercado global, totalizando 8,13%).
Realmente, é de se admirar que uma empresa tão jovem (Google foi fundado em 1998!), tenha conquistado o mercado de forma tão veloz.
Porém, evidências sobre as verdadeiras intenções do Google começam a aparecer. E elas são desagradavelmente reveladoras.
O que o Google realmente quer que você aprenda
O Google tem fornecido orientação da melhor qualidade, disponibilizando centenas de vídeos, ferramentas, palestras com os melhores especialistas, tudo absolutamente de graça, a fim de que os profissionais de Internet do mundo inteiro se especializassem em SEO e Posicionamento no Google. Repito, informação da melhor qualidade absolutamente de graça.
Quando a esmola é grande demais, o Santo desconfia…
Demorei para compreender o porquê de tanta “generosidade”; afinal, SEO é um conjunto de técnicas que ajudam os sites a se posicionarem gratuitamente nas pesquisas. Estaria o Google bondosamente “entregando o ouro para o ladrão”? Jogando contra o patrocínio? Isso faria sentido pra você?
Foi quando conheci o neerlandês Peter van der Graaf, o melhor especialista em SEO e SEM que eu jamais conheci em 10 anos de carreira. Após algumas conversas e algumas “cervejas”, ele me “passou a letra” para que eu finalmente conseguisse entender o xis da questão.
A intenção do Google em fornecer informação de primeira qualidade através de seus canais oficiais, tais como a Central Google para Webmasters e o Google Webmaster Channel no YouTube, é criar um cinturão de sites bem posicionados, com tanta expertise e qualidade técnica que, literalmente, tornasse cada vez mais difícil que outros sites conseguissem se posicionar nas primeiras posições do ranking com as mesmas frases de busca.
O Google, esse tempo todo, não estava sendo bonzinho
Mas, é claro! Isso faz todo o sentido. O Google não estava sendo bonzinho; ele estava simplesmente usando de mais uma estratégia genial para obter mais clientes de seus programas de links patrocinados, o Adwords e o Adsense! Afinal, se uma empresa não consegue se posicionar naturalmente (ou “organicamente”), ela será obrigada a usar anúncios pagos.
Durante um bom tempo, o plano do Google foi apresentou uma forma gratuita de se obter divulgação.
Isso gerou um boca-a-boca maravilhoso ao redor do planeta. “Ei, você ainda paga por anúncios em jornais? larga mão de ser antiquado! monte seu site na Internet que lá as pessoas te acham pelo Google. E você não paga nada por isso!”
Não é à toa que tantos empreendedores, recém introduzidos ao mundo da Internet, acham que basta ter um site ou uma loja virtual na Internet para começar a fazer dinheiro.
Não se apercebem de que, igualzinho ao mundo fora da Internet, ter um produto bacana é apenas metade do caminho para se tornar um sucesso de vendas. A outra metade do caminho se chama marketing: a arte do mercador.
SEO, ou seja, técnicas de posicionamento no Google gratuito, serviram durante os primeiros estágios como mais uma ferramenta de marketing viral para empresas como o Google.
Porém, com o passar do tempo, apenas as melhores empresas conseguiriam competir pelas primeiras posições do Google.
Especialmente porque um dos critérios para se alcançar o topo das buscas é idade do domínio, ou seja, tempo em que o nome de domínio está registrado. O domínio atipico.com.br está registrado há quase 10 anos e se beneficia dessa idade. Em contraste, domínios registrados recentemente ficam um tempo (pelo menos 1 ano) com pouquíssimas chances de alcançar o topo do Google.
Acirrando propositalmente a competição pelas primeiras posições do Google
Você nunca se perguntou porque, com tantos resultados, todo site de busca só apresente, por padrão, 10 resultados na primeira página?
Faça as contas: quantas empresas concorrem com você no seu ramo? Cem, quinhentas, mil? Quantas podem ficar na primeira página do Google? Apenas 10! Sendo que os testes indicam claramente que a maioria das pessoas não passa do 3° ou 5° resultados!
Não precisamos de um diploma para entender isso. A coisa foi montada de propositalmente para manter sempre acirradíssima a competição pela primeira página do Google.
Assim, as chances das empresas menos favorecidas posicionarem-se gratuitamente diminui drasticamente. Restando-as como única solução para divulgação na Internet os programas de Links patrocinados.
E é aí que o lobo (disfarçado de ovelha) mostra suas garras. Os números (extraídos do site: Domain Tools) falam por si só.
Poço sem fundo
- Quantos sites existem na Internet? Segundo dados de novembro de 2009, há mais de 230 milhões de sites em toda Internet, dentre os quais, pouco mais de 113 milhões estão ativos. É muito site. Se levarmos em consideração a evolução do número de páginas únicas que o Google tem em seu índex, veremos o quanto fundo é esse poço.
- Quantas páginas o Google tem indexadas em seu banco de dados? Em 1998, existiam 26 milhões de páginas rastreadas e catalogadas. No ano 2000, esse número pulou para 1 bilhão de páginas. E em julho de 2008 o Google anunciou a fabulosa marca de 1 trilhão de páginas indexadas.
- Quantas buscas são realizadas diariamente? Em julho de 2009, o volume mensal de buscas era de mais de 113 bilhões, sendo apenas o Google responsável por quase 77 bilhões. O aumento é assustador. Apenas um ano antes, o volume era 58% menor.
- Quanto gasta o maior mercado do planeta em publicidade online? O mercado americano torrou (em 2009) US$10,8 bilhões em propaganda online. Sendo que, no primeiro quarto de 2010, já gastou US$5,9 bilhões, um recorde absoluto.
Alguma dúvida do tamanho desse mercado?
A verdade que os números demonstram
Os números apresentam a dimensão fiel do que é o Google. Algo tão grandioso e tão presente em toda parte que simplesmente não dá para passar despercebido.
E é justamente isso o que se quis desde o início. Os arquitetos do Google sabem que os seres humanos não mudam de idéia a menos que vejam outros seres humanos mudando.
Esse fenômeno se chama “estouro de boiada” e é muito utilizado em marketing para consolidar a posição de um produto no mercado.
Convencer a grande maioria do mercado a mudar de mídia não seria fácil. Foi por isso que se usou desde o início o mais poderoso apêlo de marketing como arma de divulgação: o grátis.
Como diz Robert Kiyosaki, famoso em todo mundo por sua série “Pai Rico, Pai Pobre”: “verdadeiros capitalistas oferecem seus serviços gratuitamente ou por valores muito próximos do grátis.” E não foi isso o que o Google fez?
Entenda, o que aconteceu até agora na Internet foi apenas o começo. Por razões comportamentais e econômicas, a Internet ainda é uma grande novidade para uma boa parcela da população mundial.
No início, as pessoas e empresas que já estão na Internet são classificadas estatisticamente como “adotadores precoces”. A grande maioria do público fará sua entrada daqui pra frente.
E é esse momento que muitas empresas não agüentam mais esperar de tanta ansiedade.
Mercadologicamente falando, uma das regras mais elementares da publicidade é: esteja onde seus clientes estiverem.
E o grosso das pessoas que exercem influência sobre as demais já estão na Internet.
E foram tão viciadas em Google que nem imaginam o que seria de suas vidas sem ele.
Essas pessoas fazem publicidade gratuita para empresas como o Google. Isso chama-se “boca-a-boca” – simplesmente, o tipo mais eficiente de publicidade que existe.
Paraíso perdido, paraíso recuperado!
Do momento em que entra-se na Internet até o momento em que se extrai o primeiro centavo de lucro vai aí um tempo considerável…
Imagine a cena: um bando de pessoas em empresas sem a menor compreensão sobre o que é de fato a Internet, como fazer publicidade pela Web e, mais importante, como colocar um eficiente plano de vendas para rentabilizar o negócio nesses tempos de mudanças e incertezas.
Imagine agora o tempo que essas pessoas levarão para aprender através do processo clássico de tentativa e erro! Imagine o quanto elas gastarão desnorteadamente em programas de Links Patrocinados apenas para aparecer na Internet?!
É o paraíso para empresas de anúncios como o Google. E a consolidação da Internet como a nova mídia de publicidade mundial.
Moral da História?!
Desculpe informar, mas, daqui pra frente, para você aparecer na Internet, vai ter que pagar (e caro!). (A não ser que seu site seja um desses com nome de domínio bem antigo, trocentas páginas indexadas no Google, centenas de links apontando para as suas páginas e desenvolvido com o que há de melhor em truques de SEO e SEM).
Além disso, todos os especialistas em Posicionamento no Google e SEO são unânimes em dizer: para um negócio conseguir sucesso na Internet, é preciso verticalizar: segmentar os assuntos do negócio criando domínios diferentes, mais sites, mais blogs, mais páginas, mais links, mais, mais, mais. Enfim, mais daquilo tudo que a Internet já está cheia!
Sendo que, para conseguir achar algo no meio desse oceano de páginas, como se faz? A única resposta: sites de busca. Google.
Em suma
Obter um bom posicionamento no Google orgânico (gratuito) é hoje uma tarefa muito difícil e será cada vez mais uma missão impossível.
As empresas não terão saída e se verão obrigadas a investir altas somas em propaganda online, especialmente, links patrocinados: Google Adwords e Google Adsense, Yahoo Search Marketing e Microsoft Advertising do Bing.
Veja, tudo não passa de uma jogada comercial. As empresas já estão acostumadas a pagar caro para veicular anúncios em jornais, revistas e tevê. Não será muito difícil fazê-las entender que na Internet isso tenha que acontecer da mesma forma.
É uma mudança de paradigma: os dias de amostra grátis nos buscadores acabaram. É hora de tirar o escorpião do bolso.
Se até há pouco tempo era possível ignorar a Internet como canal de comunicação, hoje é impossível para as empresas ficarem fora do mundo online.
E são justo as empresas retardatárias que vão pagar o maior pato. Levaram tempo demais para entrarem ou se equiparem para atuar na Internet. E agora não terão vez com as buscas orgânicas (gratuitas) e, para sobreviverem, não terão alternativa, senão, “apostar” em links patrocinados.
Uso a palavra “apostar” porque, como explicarei a seguir, trata-se exatamente disso: uma grande aposta.
Links Patrocinados: Publicidade ou Jogo de Azar?
Então, você me dirá. “Okay, Seu Atípico, a temporada de amostra grátis acabou. Basta então eu pagar para aparecer, não é? Além do mais, para anunciar no Google não é preciso de agência de publicidade nem nada; qualquer um pode anunciar, não é isso?”
Bem, há mais um detalhe na estratégia de mestre dos sites de busca. Qualquer empreendedor que já tenha anunciado em links patrocinados sabe que colocar um anúncio não é tão difícil, porém, obter retorno é que são elas. Ou seja, pagar para aparecer é relativamente fácil; fazer isso virar retorno financeiro (que é o que interessa) não é nada, nada fácil.
E isso acontece por dois motivos basicamente:
O primeiro motivo é que o atendimento ao anunciante não é pessoal; é automatizado. No mundo real, se você quer realizar um investimento em mídia, procura uma agência ou vai diretamente ao veículo e é atendido por alguém. Um “ser-humano” com quem se pode conversar, perguntar, negociar. Já os sistemas de links patrocinados são programas. Tão difíceis ou fáceis de usar quanto qualquer outro programa de computador. É preciso primeiro aprender seu funcionamento, suas diversas regras. Por isso, a documentação do sistema é fartíssima. Tão farta que é fácil fartar-se dela, de tão extensa. O Google não coloca à disposição um telefone para que você fale diretamente com uma pessoa. Isso exigiria uma despesa fixa com pessoal e o modelo de negócio dos investidores do Google não permite gastos fixos com folha de pagamento de pessoal dessa natureza. Ao contrário, tudo o que você tem são textos e mais textos tentando explicar o funcionamento do sistema. O único atendimento prestado por um “ser-humano” (se é que é possível de classificar como “humano” esse tipo de atendimento) se dá por e-mail. A qualidade de resposta é fantástica: 24 horas. Eu particularmente nunca recebi uma antes de 24h, é impressionante. Pergunte o que quiser, você nunca receberá uma resposta conclusiva; especialmente, se sua pergunta for de alguma forma importante, tal como: o que devo fazer para tornar meu anúncio mais eficiente ou, a mesma pergunta com um final diferente, o que devo fazer para aumentar minhas vendas?
O segundo motivo do porquê ter retorno em links patrocinados é algo tão difícil tem a ver com direcionamento. Poucos anunciantes de Adwords sabem realmente o que estão fazendo. Qualquer um, não importa o quão pouco saiba sobre marketing, pode colocar um anúncio no ar. Ou seja, qualquer um que tenha algum dinheiro para torrar. Dessa forma, seu valioso anúncio de Adwords fica se acotovelando com outros pelo mesmo espaço. Sim, porque o sistema não tem preço fixo. É um leilão. Você nunca sabe exatamente quanto pagará por um clique. Depende da concorrência pela palavra-chave patrocinada, da posição que você deseja que seu anúncio apareça, das vezes que seu anúncio apareceu e foi efetivamente clicado, entre outros pormenores. Dessa forma, o anunciante fica perdido, não sabendo exatamente o que está acontecendo. Ele coloca créditos, vê os créditos indo embora, e, como não sabe como cadastrar metas de desempenho, não tem a menor idéia se está ganhando ou perdendo.
Desse jeito, a coisa funciona como um cassino. As pessoas compram as fichas, vão às mesas de jogos, fazem suas apostas… algumas ganham, mas a maioria perde. snipurl.com/atipico Claro, há sempre os jogadores profissionais, mas esses não contam. Estou falando de gente normal, empreendedores, pessoas que precisam investir em publicidade seriamente para gerar retorno financeiro para suas empresas todo santo mês.
Esse é seu caso? Quem sabe, você mesmo já se aventurou nesse meio, não foi? Permita-me uma pergunta indiscreta, por acaso fez algum curso ou sequer leu algum livro (de um bom profissional de marketing) sobre publicidade na Internet ANTES de colocar seu anúncio no ar?
Provavelmente não.
Porque as pessoas são assim. Sabem que podem aprender através do erro-e-acerto. Querem evitar a dor de passar pela aprendizagem.
Mas, é claro! Querem evitar de todas as formas e jeitos ter que ler aquele sem número de páginas com letras miúdas, repletas de jargões, estrategicamente salpicados por toda parte, só para que o leitor seja obrigado a ir de galho em galho, de jargão em jargão, de link em link, só para conseguir entender de que se está falando. Apenas para aprender o básico de como usar a ferramenta para extrair algum lucro.
“Compreendes hermano?”
Os investidores por trás do Google, da Microsoft e do Yahoo sabem disso; são especialistas em fazer fortunas. Sabem de cór-e-salteado como o ser-humano funciona. E criaram uma maquininha de fazer dinheiro.
O que eles (os lobos) querem? E o que as pessoas (os patos) querem?
Veja, não tenho nada contra o Google. Ele dominou o mercado simplesmente porque foi um magnífico promotor de inovação e disponibilizou gratuitamente uma grande diversidade de serviços simplesmente fantásticos.
Porém, jamais se esqueça: as pessoas por trás do Google estão aqui para ganhar seu dinheiro. E têm uma estratégia muitíssimo bem definida para conseguir isso: popularizar, democratizar a “publicidade online”. Fazendo com que legiões de desinformados afluam às suas máquinas caça-niqueis (ou melhor: caça-cliques), sob disfarce de investimento publicitário.
E as pessoas o que querem? As pessoas não se lembram que estão nesse jogo para vender e ter lucro. Tudo o que querem é “ficar em primeiro lugar no Google”.
Como eu sei disso? Ora, porque eu trabalho com esse assunto há 10 anos e recebo um monte de ligação de gente querendo saber como ficar no topo do Google. Nunca recebi uma ligação de alguém querendo saber como vender melhor pela Internet.
As pessoas foram bitoladas a comprar visitação e não se apercebem que muitas vezes estão pagando por um mísero clique tanto ou mais que por 1 litro de gasolina!
Essas pessoas são os patos do mercado; são a razão de empresas como o Google existirem.
Compram caro visitação apenas para ter “gente entrando”. Descobrem (quando descobrem) que a maior parte dessa visitação, mal acaba de chegar, já abandona o site, de tão pobre, desinteressante e mal preparado que é o conteúdo!
Não se dão conta de que poderiam estabelecer metas de conversão a fim de medir o quão eficiente cada anúncio é. Infelizmente, isso não é tão simples como deveria, pois exige um certo conhecimento de “programação”.
Além disso, não sabem escolher quais palavras chaves devem patrocinar e quais não devem nunca patrocinar, a fim de não desperdiçar dinheiro com visitação não-qualificada.
Para piorar, usam a ferramenta de palavras-chaves do Google que as induz a escolher centenas de palavras inúteis que só fazem gastar por visitação desnecessária!
Um dos maiores especialistas em Adwords do mundo, Perry Marshall, escolhe no máximo 5 palavras e ganha milhões com seus anúncios!
Eu disse milhões.
Mas, os patos não sabem o que as pessoas querem comprar. Só sabem daquilo que têm pra vender. E como ninguém compra o que não quer comprar, os anúncios dos patos não funcionam, não vendem. Os patos não sabem que palavras as pessoas estão usando. Por isso, só lhes resta adivinhar.
E quer saber por que quase sempre perdem?
Porque fazer anúncio (que dê resultado de vendas) não é igual a fazer Neston.
Porque fazer anúncios que dão resultados é a arte de compreender de antemão o que o cliente quer e oferecer algo que o ajude, usando de persuasão para evidenciar os benefícios da oferta.
Porque fazer anúncios que vendem é conhecer de psicologia humana e antecipar as objeções naturais que toda compra apresenta.
Anúncios que realmente funcionam baseiam-se em fatos, em números, em informações. E não em palpites e opiniões de amigos e do próprio umbigo.
Mas, por acaso o Google se interessa em ajudar seus anunciantes de links patrocinados da mesma forma que faz com SEO? Disponibilizando a mesma fartura de vídeos, e blogs, e coisa e tal? Você já sabe, mas, eu vou responder assim mesmo: neca de pitibiriba.
Google, Yahoo e Microfost estão ocupados em tirar dinheiro dos patos. E é por isso que dominaram o mundo.
Jabaculê da Atípico
Eu já fui o pato da festa. Hoje bebo “un traguito” com o lobo. E se você está cansado de “pagar o pato”, e quer saber qual a melhor forma de usar seu site para fazer as vendas decolarem, talvez eu possa ajudá-lo.
Sites comerciais são (ou deveriam ser) um grande anúncio. Pelo menos esse site que você está lendo é. Mas, não se parece com anúncio, não é mesmo? Essa é uma técnica vencedora de se fazer anúncios. Não foi criada por ele, mas, um publicitário inglês chamado David Ogilvy foi o grande mestre desse tipo de anúncio.
Ogilvy dizia que o melhor anúncio era aquele que apresentava razões ao consumidor, que o ajudava a se informar sobre o serviço.
Naturalmente, para que fosse realmente bem sucedido, o anúncio precisava não somente basear-se em fatos verídicos quanto representar um serviço que fosse útil de verdade.
E não é isso o que você está testemunhando com o que leu até aqui? Fatos baseados em raciocínios e provas?
Naturalmente, esse site tem um público específico, ou seja, pessoas interessadas em aumentar a visitação de seus sites.
Não preciso motivar essas pessoas a desenvolverem esse desejo. A necessidade já existe na cabeça de cada um de meus leitores.
Tudo o que eu tenho a fazer é apresentar meus argumentos de uma forma lógica, em linguagem simples de gente comum, sem jargões ou “nerdices” tão comuns em sites de Internet e fazer minha oferta.
Meu trabalho é utilizar técnicas de marketing para fazer o negócio vender mais. Dentro e fora da Internet, “online” e “offline”.
Isso não é segredo para os grandes, mas, poucos pequenos empreendedores fazem idéia de que a Internet não é um bom canal de vendas.
Todos vemos o sucesso de empresas gigantescas como a Amazon e erroneamente pensamos que a Internet basta colocar um site, blog ou loja virtual no ar que automaticamente as vendas começam a acontecer. Ledo engano. is.gd/ctAHU A Internet, em alguns mercados, é o pior canal de venda que existe. 9 em cada 10 clientes que chegam à tela de pagamento das lojas virtuais abandonam o site sem completar a compra. Sabia disso?
Porém, nas lojas que disponibilizam uma forma do cliente fechar através do telefone, a taxa de desistência cai para 6 em cada 10.
Isso quer dizer uma mídia inventada há mais de um século ajudando a Internet a vender seu peixe. Mas, não pára por aí. Empresas que cruzam estratégias de mala-direta com a Internet chegam retornos ainda mais expressivos, nunca inferiores a 20% (enquanto as taxas de conversão de e-mail marketing ficam quase sempre em torno de 0,5%).
Portanto, minha primeira atitude é explicar para meu cliente sobre a importância de estratégias multimídias que aproveitem o melhor de cada canal em busca de melhores resultados de vendas.
Naturalmente, um engenheiro, dono de uma indústria, pode achar isso tudo muito complexo. Um médico, um arquiteto, um fotógrafo, um dono de pousada, todos especialistas em suas próprias áreas podem ter uma visão completamente diferente de como fazer publicidade para seus negócios.
Mas, eu pergunto:
O que importa é seguir a cartilha do mercado, ou seja, fazer o que todo mundo faz, ou obter resultados de vendas de verdade?
Para muitos vender é muito difícil; porém, eu acho muito fácil.
Difícil pra mim é construir uma ponte firme, realizar um implante que fique com aparência de dente natural, registrar em imagem um momento inesquecível com perfeição e arte. Gerenciar e manter uma pousada ou hotel de qualidade, servindo as pessoas sempre de maneira solícita o ano inteiro.
Mas essas coisas para você podem ser extremamente fáceis.
É claro, vender como todo mundo faz é que deve ser extremamente complicado.
E é justamente por pensar diferente, que a Atípico coloca a seus clientes um portfólio de idéias com um único objetivo: aumentar as vendas. twurl.nl/dgk60h Porém, com toda honestidade, ainda não conheço nada de seu negócio e é impossível saber o quanto essas idéias serão realmente lucrativas para você e seu negócio.
Em vez de eu tentar inutilmente apresentar uma imensa relação de vantagens e benefícios, por que não fazemos assim? Conte-me um pouco sobre sua situação atual, que estratégias tem aplicado, como seus clientes chegam até você, que dificuldades está enfrentando com suas vendas (pela Internet e fora dela).
Se desejar, entre em contato através do 0800-773-6026 Ramal 4084 (ligação gratuita de qualquer telefone fixo do país).
Se, no entanto, esse exato momento não for o mais apropriado, escreva-me um e-mail através do Contato do site, mencionando que dia e horário seria mais conveniente para conversarmos.
Dentre as empresas que a Atípico já atendeu estão Magazine Luiza, UOL, Unisys, Terra, Telefônica, Editora Abril, HSBC etc. Porém, atualmente, a Atípico não mais trabalha para empresas TOP 100. Desde 2007, a Atípico optou por especializar-se em pequenas empresas, ou seja, as TOP 100.000.000.
A idéia aqui é “ser pequeno e pensar grande”.
Tirando isso, pequenas empresas não têm nada a ver com as grandes, especialmente no que tange à burocracia. Pequenas empresas geralmente são mais ágeis e dependem de inovação para sobreviver, o que é ótimo. Porém, têm uma marcante limitação: finanças.
Pequenas empresas não têm tempo para aguardar um longo caminho de retorno de seus investimentos. E não vão colocar 20 a 30% de seu orçamento em algo a menos que estejam seguros do quanto receberão de retorno e em que prazo.
Perceba que essa realidade casa-se perfeitamente com as estratégias de Marketing Direto e de Marketing Online, cuja eficácia é conhecida por seus resultados praticamente instantâneos, a partir de pequenos investimentos. Simples e objetivo.
Soa bem? O problema é que dificilmente casar a inteligência de vendas com marketing direto, design, programação, redação publicitária e, ainda por cima, as habilidades de execução disso tudo dentro de um investimento que não vá fazer o pequeno empresário doar uma córnea para pagar.
Nesse ponto, é possível que já esteja até quase convencido de como eu possa servir a você no seu desafio de vendas. Porém a questão agora talvez não seja “como” ou “em que”, mas, “por que”?
Tirando o fato óbvio de que eu de fato trago à tona assuntos no mínimo inquietantes, o questionamento agora não é esse. Por que você deveria confiar no Rogério Madureira? Por que você deveria investir tempo sequer conversando comigo? Como saber se a Atípico não está vendendo mais uma solução enlatada?
Eis porquê:
Robert Kiyosaki, empreendedor que ficou famoso em todo mundo por ajudar milhões e milhões de pequenos empresários a compreender a verdadeira natureza dos negócios com sua série “Pai Rico Pai Pobre“, diz que soluções de uma empresa grande servem na prática igualmente para empresas pequenas.
Portanto, quando é que grandes empresas contratam profissionais de fora como “consultores”? Essa empresas sendo tão grandes, não deveriam ser capazes de ter todo pessoal necessário dentro de seu quadro? Por exemplo, por que a Visa contrataria o velhinho Drayton Bird para escrever cartas de vendas a seus clientes? Será que internamente não há alguém com talento suficiente para escrever uma simples carta?
Quando a direção de uma grande empresa contrata um profissional externo, definitivamente, ela não o está contratando para que ele concorde com o pensamento vigente, mas para que ele discorde dele. Se ele concordasse com tudo que estiver sendo decidido, a empresa continuaria exatamente do mesmo jeito. Por isso, a empresa paga (geralmente uma nota preta) pela opinião e idéias de um profissional de fora dos muros da empresa a fim de que se confrontem com aquelas adotadas pela direção.
Precisam de uma pessoa “de fora” justamente, principalmente, pelo fato de ser de fora e não ter medo de perder o emprego.
Naturalmente, cada consultor tem seus métodos, mas, a idéia central é essa: uma pessoa não “contaminada” pelos processos internos, livre das pressões de responsabilidade e metas internas, e com coragem suficiente para apontar erros e tentar descobrir saídas inusitadas.
E eis a razão, nesse momento, de porquê experimentar o Rogério Madureira.
O que você tem a perder?
Amplexos,
Câmbio?
Rogério Madureira
Assine Idéias Atípicas
Se você for um pequeno empresário, cujo objetivo é vender mais e fazer dinheiro entrar na empresa, todos os meses, escrevo a série “Idéias Atípicas” com dicas sobre vendas e marketing Direto, que são primeiramente enviadas por e-mail e posteriormente publicadas no site da Atípico.
Se deseja recebê-las em primeira mão, deixe seu nome e e-mail no formulário ao rodapé do site. (Nem preciso mencionar que nenhum dado submetido será de forma alguma, em tempo algum compartilhado com quem quer que seja. Sou egoísta demais para isso).
Por fim, sinceramente, espero que Idéias Atípicas possam ser tão úteis para você quanto foram para mim.
Meu primeiro assunto trata de Websites.
E quanto a sites, que tipo de site você precisa para seu negócio vender bem pela Internet?
Tudo depende de como você vê um site. Em vendas, a Internet não passa de uma mídia de distribuição e um site um de seus vários veículos. Bem parecido ao que acontece com os impressos. Jornal é um impresso, revista e panfleto também.
Há ene tipos de jornais, no entanto, cada qual com um público cativo. Jornais foram criados para servirem de mídia para anúncios. O acordo foi mais ou menos assim: “Senhores Anunciantes, eis o trato: eu periodicamente publicarei notícias bombásticas que atrairão a atenção de leitores; e os senhores terão um espaço fantástico para anunciar seus reclames.”
Portanto, um site na Internet funciona mais ou menos como um espaço publicitário em um jornal. Só que esse jornal quem dirige é você.
Se você tiver um site assim, haverá grandes chances de obter sucesso em vendas.Em dúvida? não o culpo. Vamos adiante.